Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011
Governo de Sócrates rebateu as críticas feitas pelo FMI antes da crise.

O Governo de Sócrates foi avisado do rumo que a economia estava a tomar em devido tempo. E além de não ter evitado o desfecho actual, o Executivo tentou rebater os alertas que foram sendo emitidos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). A conclusão consta de um relatório de avaliação externa do trabalho do Fundo, em matéria de supervisão económica, divulgado a semana passada.

 

http://economico.sapo.pt/noticias/lisboa-contrariou-alertas-do-fmi_130681.html



publicado por David MBB às 13:03
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Goldman Sachs antecipa colapso da zona euro

Banco norte-americano acredita que Portugal, Irlanda, Finlândia e a Grécia podem sair da zona euro.

A ideia de uma integração orçamental a nível europeu liderada pela Alemanha pode levar alguns países da zona euro, nomeadamente Portugal, Irlanda, Finlândia e Grécia, a ponderar abandonar a moeda única. Quem o diz é Jim O'Neill, 'chairman' do Goldman Sachs Asset Management. "Os alemães querem uma maior unidade orçamental e uma fiscalização central mais apertada, com a ideia de um ministro das Finanças [europeu]. É difícil ver todos os países a querer viver com isso", explicou em entrevista ao Sunday Telegraph.

 

http://economico.sapo.pt/noticias/goldman-sachs-antecipa-colapso-da-zona-euro_130652.html



publicado por David MBB às 13:00
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Só o BCE pode salvar o Euro

Paul De Grauwe afirma que o BCE pode criar dinheiro. É por isso “um actor mais poderoso que todos os investidores juntos”.

Éo catedrático do momento. Por uma simples e importante razão: advoga que o Banco Central Europeu (BCE) tem que intervir no mercado e antes que seja tarde demais. Por outras palavras, Paul De Grauwe, professor de Economia da Universidade de Leuven e investigador sénior do Center for European Policy Studies (CEPS), afirma que o BCE tem que assumir o papel de credor de última instância porque "se o BCE não actuar a zona euro morre".

 

http://economico.sapo.pt/noticias/so-o-bce-pode-resolver-a-crise-do-euro_130657.html


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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
Ninho de Ronaldos e treinadores de bancada

Portugal não é um país, é uma associação de bandidos e pessoas com desprezo pela boa vontade. Os bons, esses não se metem na barafunda porque não se querem chatear. Mais vale logo abandonar a ideia de nação e poupar dinheiro com tantas instituições balofas.

 

Estamos perante um momento de crise que relembra o caos monumental do final da monarquia e início da república. E quais são a prioridades de discussão no país:

  • O orçamento da Madeira, apesar de 0,04% do total, andamos a regatear para cada um o que ser posto a favor de todos.
  • Temos a Administração Pública, já tão bem posicionada no meio da grotesca precariedade geral, a reinvindicar aumentos que não são coerentes com o crescimento económico do país.
  • Temos de aturar sequer as ponderações de investir num TGV quando estamos num dos momentos em que o crédito mais caro está, e ninguém nos empresta dinheiro de boa fé (espero que o pouco zum-zum em torno disso seja por desmotivação e não por silenciamento do Governo)
  • Aprovam-se leis para limitar os cortes orçamentais do OE2010
  • Temos as Juntas de Frequesia e Câmaras Municipais a criticar os cortes, sem explicar porque terão eles de gastar quando o resto do país tem de poupar
  • O Governo, que só não cai pois a indignação de um país nada faz contra as benevolentes palavras dos retóticos e nata política de uma sociedade sem princípios de rigor, honestidade, e onde a Justiça é apenas uma agência de segurança do crime organizado de calibre fiscal

Assim não dá! Todos temos de poupar pois o Estado Social está à beira da ruptura, os impostos no limite do saudável e o crédito a uma taxa angustiante. Não se lembrem de trocar automóveis do executivo ou passar férias na Neve com o dinheiro dos contribuintes ... pois um cidadão desemperado não mais que um ETArra consciencializado.

 



publicado por David MBB às 18:17
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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010
Polícia como modelo social

O motivo é a escola, a escola está na base de tudo, pois tudo se faz na base do que se aprende. A inovação surge do conhecimento, mesmo a geração expontânea (de ideia) só terá efeito se for acompanhada com uma base de raciocínio que a suporte, com maior ou menor eficácia.

 

 

Daí que, as oportunidades surgem dentro dos contextos numa amplitude condicionada pelo tamanho do universo em que o indivíduo se insere. Uma pessoa com pouca e má formação poderá concurrer a poucas vagas de trabalho, sendo as suas opções mais reduzidas. Um licenciado poderá ter outras alternativas, e ainda as menos diferenciadas (independentemente de estar a fazer ou não um trabalho qualificado.

 

Mas sem difergir para a discussão das ocupações úteis, fale-se em Marginalidade. Que opções tem um jovem, marginalizado na educação familiar, deixado para trás na formação escolar, e com modelos de vida pouco sustentáveis. Deverá uma criança sem recursos e sem motivações tornar-se um Bill Gates, um Obama, um Eminem? Ou mais facilmente seguis os amigos mais velhos, pilares da instituição criminal sem motivo, com aventuras aliciantes e prémios acima da posses do agregado familiar.

 

O motivo é a Escola, que deverá desenhar a sociedade que pretendemos. Uma Escola única não deverá formar agentes do Bem e do Mal, Juízes e Delinquentes. Se pretendemos só pessoas de bem, trabalhadores, deverá formar só pessoas em que o sentido de justiça se Único.

 

O polícia é o símbolo do bem, a autoridade, o que se comporta dentro da eli e a faz respeitar. O polícia, como exemplo de cidadão exemplar deverá: ter postura, comportamento exemplar, ser pedagócico e afável na comunicação com os cidadãos, ser corajoso e intocável pois zela por todos.

 

Escola Segura não deve ser só a ronda nos carros, ou a vigia à saída das escolas. Deve ser o contacto com os jovens, a transmissão do exemplo de cidadão correcto que por vezes falta em casa, deve falar com os país e ajudá-los, encaminhar os filhos no bom rumo. Um pai não que um filho criminoso, uma mão não quer um filho preso, os amigos indesejáveis foram vítimas de uma sociedade que discrimina e nega oportunidades iguais.

 

Eduquemos e tratemos todos com zelo, tornemos o Polícia como Modelo Social, demos-lhe meios e legitimidade, restitua-se a autoridade que lhes permite defender-nos.

 

Vamos educar todos com o mesmo motivo, a escola, a educação necessária para haver apenas um conceito de Bem. Porque como diz a "teoria do bom selvagem, não há meninos maus".



publicado por David MBB às 15:16
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Sábado, 9 de Janeiro de 2010
Filosofia das Crianças

Quem disse que o detabe no Parlamento deve ser a voz do país? ... pois esta deve ser de quem tem a verdade, a palavra sobre o futuro, a necessidade e a ambição de crescer: as crianças.

 

Assim, devem ser estimulados os pequenos grupos de filosofia infantis, em programas moderados por professores de filosofia e educadoras de infância. Trazer as crianças à discussão dos temas actuais, pois os tabús são buracos escuros onde se magoa quem não se consegue orientar. Na sociedade actual a informação é uma necessidade, e se esta for processada por tem não teme a verdade, mais verdadeira se fará ecoar.

 

O movimento associativo não se deve excluir, aliás, deverá liderar estes núcleos infantis de discussão de filosofia, do porquê das coisas. E fazer saraus, envergonhar os pais de se alhear da realidade que um dia penalizará os filhos. A realidade que não é só Cristiano Ronaldo, a Bota Botilde ou o Poker Online.

 

Que se estimule a cultura, pela partilha de ideias, a Educação, pelo acesso voluntário. Que existam locais onde se acolhem as crianças a pensar e a dar-lhes confiança nas suas opiniões. Precisamos de líderes, que conduzam um país, e não apenas de jogadores que anagriem trocos e comprem Bentleys de colecção.

 

A pobreza, nem sempre é necessariamente material.

Ponham os vossos filhos a pensar, e ocasionalmente pensem com eles.



publicado por David MBB às 04:11
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Sábado, 2 de Janeiro de 2010
Prefácio: Mário Crespo, o Demolidor

O palhaço

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.

 

O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais.

 

O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo.

 

Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço.

 

O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas.

 

O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre.

 

E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.

 

Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.

 

O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.

 

E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.

 

Ou nós, ou o palhaço. 

 

in Jornal de Notícias, 14-12-2009


sinto-me:

publicado por David MBB às 23:34
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Domingo, 27 de Dezembro de 2009
Natal dos Ricos é a solução

Quando pensamos que o mundo está mal, ele surpreende-nos com uma onda capitalista vinda de todos os recantos do nosso reino da era moderna.

 

Os shoppings enchem-se de gente como a Mangedoura do menino Jesus em meados do seu nascimento, enquanto o ar condicionado surge como uma reprodução muito romântica do quente bafo da vaca no seu pouso.

 

O dinheiro circula e orienta-se como a estrela guia para Belém, neste caso para os pioneiros pirinéus do Euronext. A tombola do forum enche e replica-se numa segunda cujas gramas unitárias representam notas de 20. O cálculo é difícil e o seu resultado longínquo da modesta realidade actual. Parece que afinal tudo está bem, mas porque é qua a realidade não funciona sempre assim.

 

Acho que nos esquecemos que a economia funciona como a solidariedade. Isto porque a solidriedade está em alta, e sobretudo deixou de ser algo involuntário. Se estou na estação à espera do autocarro vem um senhor a pedir ums trocos para o bilhete ou vender o habitual pin da Abraço, ou melhor pede 1º uma moeda, sensibilizando depois para a causa; se recuso porque já colaborei, entra o plano B, apenas uma moedinha para ajudar. Deste plano amador de construção da economia unipessoal (nem sempre acredito na boa fé dos estranhos habituais dos mesmos locais) para os esquemas megalómanos é so um pequeno passo de forma.

 

Temos os núcleos capitalistas vestidos de Popotas, Leopoldinas ou apresentadores de sonhos e tagarelices matinais e meia dúzia de Celebridades a pintar o belo e a utopia. Todos eles bem vestidos, com dentes arranjados, apelando à solidariedade do povo para ajudar causas prioritárias. Assim, em bom português, eloquentes e convictos, como se houvessem seres humanos de primeira e de segunda.

 

Esqueçam a ida ao dentista, o novo pijama para a avó, os queijinhos tradicionais, o comércio local, o artesanato. Sejam meninos bem comportados e visitem o Pai Natal no Shopping, comprem o CD da felicidade, deixem que a hipnose esvazie a vossa carteira onde eles querem e não pensem muito, sejam apenas Felizes e comam muito, consumam muito, sobretudo.

 

Contra mim falo, mas consciencializar é o primeiro passo. Das minhas poucas compras, muitas foram na rua, onde o frio é genuíno e a economia também serve para a redistribuição de riqueza.



publicado por David MBB às 15:20
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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009
Orçamento de Estado, e o debate local ?

É apenas uma questão, localmente (autarquias) existem grupos formais ou informais de debate sobre o Orçamento de Estado?

 

 

É que sobre um jogo de futebol há sempre as análises, os convidados mais insuspeitos (do João Pinto ao Jorge Gabriel, do Jorge Coroado à Cinha Jardim) quer o jogo tenha interesse ou não. Faz-se um debate inútil para o Resultado do Jogo, mas as pessoas exibem as suas considerações e a sua forma de estar perante o assunto. Daí para a bancada das tasquinhas desse país fora é um pulo muito rápido ...

 

Extraordinariamente, sobre um assunto de tamanha importância como o OE pouco se discute, escepto as mentes iluminadas dos telejornais, Jornais (mas quem os lê ... uma percentagem elitista da população ... e não sei se os correctos ... gratuitos e tablóides não contam ... logo só uma natinha da sociedade, com dinheiro a mais para ter opinião e vontade de mudar algo).

 

Nas ruas não se discute o OE, não se sabe do se Rectifica, do que se paga, do que se divide ... nem os partidos, agentes democráticos, promovem esta discussão.

 

Apenas no interessamos nas quantias transferidas para as Câmaras Municipais (e tornar heróis os presidentes que melhor puxa a  brasa à sua sardinha), à sólida capacidade de endividamento destas para fazer monumentos em betão e alcatrão, e aos bonitos subsídios às associações locais de eleição.

 

Ninguém quer saber, em tempo real, as verbas da Segurança Social, da Acção Social Escolar, das contas da Saúde, das despezas militares, das receitas, com cumprimentos a horas com as empresas, e dos incumprimentos com os demais parceiros sociais.

 

Enfim, quem se abstém de intervir antes não pode reclamar depois. O voto é o primeiros dos direitos / deveres cívicos e não o único ...



publicado por David MBB às 12:20
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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Indústrias criativas na cidade

 

Onde está o "boom" das indústrias criativas ... ?

 

Existem algumas, mas faltam muitas mais. Num meio onde as grandes superfícies exercem um charme avassalador sobre as pequenas economias dos albicastrenses e terras vizinhas, há que abrir uma guerra saudável em diversidade e comércio justo.

 

Os negócios dos gigantes têm enormes vantagens: um poder de negociação selvagem, margens confortáveis sobre grandes números, um mercado fiel e marketizável e uma entrada inercial muito grande.

 

Mas todos nós, agora ou num outro dia, gostamos de ir a um local onde nos servem uma refeição cuidada, no fazem um fato por medida, ou nos decoram a sala com exclusividade.

 

Todos precisamos de negócios marginais, não ilegais mas irreverentes, que nos sirvam as coisas habituais em horários alargados, com critérios personalizados e em momentos específicos.

 

Todos estamos fartos de uma rotina de estacionar o carro e entrar naquele ar condicionado pesado, das filas natalicias e da pressão das  cores dos brinquedos, do plastico, e das importações sem qualidade. Da qualidade standard e da nassificação, pois damos valor ao sabor da sopa feita ao lume da fogueira, do pao no forno a lenha, e do queijo não embalado.

 

Mas estaremos prontos para ser originais, darmos valor ao nosso tempo e à nossa qualidade de vida ... de sair da cidade e ir de encontro com o genuíno, ou mesmo de dar espaço aos novos e velhos genuínos no espaço urbano?

 

Se o Fado conseguiu voltar a ser moda, também o comercio tradicional tem hipótese de voltar a dar vida aos espaços de uma cidade onde as pessoas gostam de caminhar, venham as oportunidades, venham as iniciativas ...

 

Vejam também:

http://www.serralves.pt/gca/?id=3068



publicado por David MBB às 14:56
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